Eu sou mais de dizer “eu te amo” quando o mundo está ruindo, do que quando tudo vai bem. Se as coisas vão bem e eu estou rindo contigo, já é sinal de que eu te amo. Agora, mesmo se a gente briga, se você fica doente, eu sou a primeira a te encher de mimos. Se um dia eu descubro o mecanismo que faz com que eu mergulhe (nunca fundo, é claro) em novas relações juro que descubro a reversão disso, pra não desabar de novo nos braços do vento... Essa não é mais uma sessão “EU COM PENA DE MIM”, tá mais pra “EU CAINDO NA REAL” mesmo, porque o centro do universo de cada um é o próprio umbigo. É bem provável que o meu também seja, porque ninguém está me vendo lutar contra a fome, as injustiças... atravessar os cegos na rua. Eu só estou aqui, reclamando por ser tão solícita e preocupada com quem nem liga...
Não é arrependimento, é mais um desabafo e um alerta pra mim mesma. A gente nasce e morre sozinho.